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Fotopédia

Pedro Heinrich e sua fotografia de rua

O fotógrafo Pedro Antônio Heinrich, nasceu em 1986 em Manaus, mas mora desde a adolescência em Porto Alegre, onde começou a fotografar as ruas com o próprio celular, em suas idas ao Hospital Santa Casa, em visita ao seu pai. Após seu pai falecer, Pedro começou a levar a fotografia mais sério e decidiu se profissionalizar na área.

17/12/2019

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Theron Humphrey: “Maddie on things”

Ao percorrer os Estados Unidos para um ambicioso projeto fotográfico, o fotógrafo Theron Humphrey deu início a outra inciativa autoral, paralela e bem mais despretensiosa. “Maddie on things” (algo como “Maddie nas coisas”) mostra sua fotogênica parceira de viagem, a cadela Maddie, da raça Coonhound, posando em cima de lugares estranhos e incomuns.

10/12/2019

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Luisa Dörr: Fotografando com smartphone

Gaúcha de Lageado (RS), Luisa Dörr ganhou projeção internacional em 2017, após ser convidada pela revista Time para retratar as maiores influentes norte-americanas – entre elas a Oprah Winfrey, Hillary Clinton e Selena Gomes. Doze retratos compuseram as capas da série de reportagem especial intitulada “Firsts: women who are changing the world”. O fato de ela ter fotografado essas grandes celebridades com seu celular causou um grande burburinho, tornando-a também uma pioneira.

03/12/2019

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Rochelle Brock e sua fotografia inclusiva e positiva

A fotógrafa Rochelle Brock, de Nova York, iniciou sua trajetória aos 16 anos de idade, fotografando coisas as quais ela gostava. Com o tempo ela descobriu que sua paixão eram as pessoas, especialmente as pessoas negras e “avantajadas” como ela. Brock encontrou na fotografia uma forma de dar voz aquelas pessoas sub-representadas, retratando a positividade ao corpo.

26/11/2019

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Jules Villbrandt: Herz & Blut

Jules Villbrandt é quem está por trás das câmeras da HERZ & BLUT, um blog inspirador que mistura design de interiores, estilo de vida, gastronomia e viagens. Ela estudou Comunicação Empresarial na Universidade de Artes, enquanto estudava ela já desenhava suas próprias bijuterias e as vendia nos finais de semana. “Eu acredito que este foi o começo do meu perfil empreendedor e autônomo”, conta a fotógrafa.

19/11/2019

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Naima Green: Um trabalho com uma proposta representativa

Pursuit, trabalho da fotógrafa Naima Green, consiste em um baralho de 54 cartas que retrata pessoas trans, não-binárias, mulheres queer e indivíduos que não se identificam conforme a identidade de gênero socialmente atribuída ao seu sexo. Para a construção de sua obra, Naima se inspirou no baralho “Dyke Deck” de Catherine Opie, onde a fotógrafa explora a questão do corpo lésbico na fotografia. Green tenta mostrar a diversidade existente e que, às vezes, não é lembrada.

12/11/2019

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