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2 de junho de 2015

Zhang Kechun: transformações chinesas às margens do Rio Amarelo

 

 

Em 2008, o fotógrafo Zhang Kechun decidiu dar uma caminhada pelas margens do rio Amarelo – segundo maior rio chinês; sexto do mundo. Muito rapidamente a paisagem tornou-se o foco de um trabalho de dois anos, com peregrinações de um mês de duração cada, nas quais Zhang encontrou a vida ao redor do rio que é considerado o berço da civilização chinesa.

 

 

 

 

As imagens evocam certo silêncio, evidenciam um olhar que se demora na paisagem e em suas transformações – ora sutis, ora marcadas pelo impactante crescimento econômico chinês. O comentário social, no entanto, não se coloca como denúncia, e sim convive com outras leituras possíveis das fotografias.

 

 

 

 

“É um rio! Não importa se tem curvas ou segue reto; se está acima do nível ou seco; se se move rápida ou lentamente; se é efervescente ou tranquilo; majestoso ou elegante; simples ou magnífico; brilhante ou escuro; colorido ou melancólico; sempre abrange a vida e o destino das pessoas, alegria e tristeza, fé e hesitação”, reflete o fotógrafo.

 

 

 

 

Nascido em Sichuan, China, em 1980, Zhang Kechun vive atualmente em Chengdu. Inicialmente estudou design, mas depois de algumas aulas passou a dedicar à fotografia. Já participou de diversas exposições em países como China, Índia e Estados Unidos e tem obras suas nas coleções do Chinese Image and Video Archive (Canadá), Williams College Museum of Arts (Estados Unidos) e CAFA Art Museum (China).

 

 

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