Skip to content

21 de outubro de 2013

Pieter ten Hoopen documenta o Congo que ninguém quer ver

Retrato de Pieter ten Hoopen

Nascido na Holanda e baseado em Estocolmo, na Suécia, Pieter ten Hoopen transita entre projetos pessoais e trabalhos editoriais e comerciais. Com uma forte veia humanitária, o ensaio que ilustra este post é um dos exemplos de seu interesse em documentar as condições de vida das minorias em países em conflito. Lançado este ano, North Eastern Congo é um registro das complexas dificuldades que a população enfrenta no local que dá nome ao trabalho.

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

No nordeste da República Democrática do Congo, duas regiões são negligenciadas pelas autoridades de Kinshasa, a capital. Apesar da riqueza mineral de seus solos, Nord-Kivu e Kasaï (antigo Kasaï Ocidental) ficaram para trás em termos de desenvolvimento. A população local não tem acesso a bens básicos e sofre com epidemias dos vírus Ebola e HIV. Pobreza endêmica, falta de infraestrutura, mineração informal (principalmente de estanho, tântalo e ouro, vendidos por diferentes milícias na cadeia de abastecimento global), estão entre os problemas graves que aumentaram a presença dos rebeldes do grupo M23. Com os embates constantes entre bandos rivais, a situação piora e o número de refugiados cresce vertiginosamente.

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

Hoopen nasceu em 1974 e trocou a Holanda pela Suécia em 1999, quando começou a estudar Fotojornalismo na Nordens Fotoskola. Logo que se formou, trabalhou no ramo durante quatro anos, representado pela agência Moment. Foi a partir de 2000 que passou a cobrir histórias ao redor do mundo, visitando países como Paquistão, Colombia, Russia, Estados Unidos, Quênia, Iraque, Síria e Afeganistão. Entre seus clientes estão The New York Times Magazine, Expressen e Le Monde.

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

Foto: Pieter ten Hoopen

Comments are closed.