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30 de novembro de 2018

A fotografia vertical e reflexiva de Nana Moraes

 

Com mais de mil capas de revistas e editoriais, Nana Moraes, 55 anos, tem a sua fotografia voltada para ensaios de moda e beleza. Embora seja formada em jornalismo pela PUC de São Paulo, exerce a profissão de fotógrafa há 29 anos para os mercados editoriais, culturais e publicitários.

Foto: Nana Moraes

Foto: Nana Moraes

Foto: Nana Moraes

Seis vezes vencedora do Prêmio Abril de Jornalismo, Nana participou de várias exposições coletivas, tendo destaque em A Imagem do Som da MPB, em 2006; A Imagem do Som do Samba, em 2008 e Eternal Feminine Plural, na International Labor Organization, em 2011.

Ela crê que pode ajudar as pessoas a refletirem por meio da sua arte. Por motivos como esse, ela está realizando um projeto pessoal com fotografias de pessoas marginalizadas. Publicou o livro “Andorinhas”, o qual reúne imagens e relatos de cinco garotas de programa. “Acredito que o bom retrato é aquele que expressa o Outro. Meu processo de trabalho é sempre vertical. Costumo estudar, pesquisar ou me atualizar, sempre com a preocupação de propor caminhos para revelar a personalidade de quem será fotografado”, contou a fotógrafa, em entrevista a Medium Corporation. Este projeto também foi exposto na Casa de Cultura de Paraty no Festival Paraty em Foco, no ano de 2017.

Foto: Nana Moraes

Foto: Nana Moraes

Redigido por Giovanna Sommariva
Hub ESPM-Sul

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