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19 de agosto de 2014

19 de agosto: Dia Mundial da Fotografia

Há 175 anos, em 19 de agosto de 1839, o governo francês anunciava publicamente a invenção do daguerreótipo. Desenvolvido anos antes por Louis Jacques Mandé Daguerre, o invento era capaz de formar imagens sobre uma fina camada de prata, aplicada sobre uma placa de cobre polida e revelada em vapor de mercúrio. Muita coisa aconteceu de lá pra cá, e a fotografia se disseminou pelos mais diversos campos de atuação, apresentada em inúmeros formatos a partir de processos de obtenção igualmente múltiplos.

Por aqui, aproveitamos o Dia Mundial da Fotografia para lançar uma pergunta a três professores do Centro de Fotografia da ESPM-Sul: O que há de mais essencial na sua relação com a fotografia?

“Para mim, o que é mais essencial na fotografia é o fato de ela ser uma ferramenta que permite concretizar o imaginário de tal maneira que ele se confunda com o real.”

– Clovis Dariano

Foto: Clovis Dariano

“É o ato fotográfico. Minha relação com a fotografia se justifica por este momento. O processo que conduz ao resultado final é o que me gera satisfação e produz significado. Isso é o fundamental pra mim: o processo; o ato.”

– Guilherme Lund

Foto: Guilherme Lund

“Eu gosto da fotografia que desperta uma emoção, que dá frio na barriga, causa espanto, admiração… que faz pensar. Para mim, esse processo de sentir algo e tentar entender de onde vem esse sentimento, seja ele qual for, é o mais relevante na minha relação com a fotografia. Acredito que é um processo de aprendizagem, que evolui com a prática. É preciso, inicialmente, perceber esses sentimentos, se observar, e depois de um tempo, se pensar, se descobrir. A fotografia pode ter esse papel ‘revelador’ de mundo, do mundo particular de cada um, basta se permitir.”

– Claudio Meneghetti

Foto: Claudio Meneghetti

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