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2
jul

As paisagens fantásticas de Simon Baxter


Reprodução: Simon Baxter

Simon Baxter é um fotógrafo britânico que se aventura pelo Reino Unido com sua cadelinha Meg à procura de árvores para exercer sua paixão produzindo fotos profundas e sinceras de uma região pouco habitada e de uma beleza singular.

De acordo com Simon, sua paixão pelas árvores e florestas vem desde sua infância, quando passava os feriados de verão construindo tocas com galhos caídos de troncos da floresta local. O fotógrafo é tímido, porém tem uma conexão emocional muito forte e simbólica com a natureza, expressando isso em suas fotos tão bem que fazem elas transmitirem uma sensação de calmaria e paz interior.

 

Reprodução: Simon Baxter

 

Sofrendo de dores crônicas desde 2012, tentou encontrar uma forma de se tornar mais ativo na fotografia e expressar sua dor de uma maneira subjetiva que fizesse as pessoas pensarem sobre seus comportamentos e suas personalidades. Em 2016, sua foto, chamada “Guardians of the Forest” foi muito bem elogiada no Landscape Photographer of the year, o que reafirmou sua vontade de continuar produzindo suas obras.

 

“Guardians of the Forest” Reprodução: Simon Baxter

Além de produzir fotos que parecem ser de um mundo totalmente diferente e mágico, encanta o público com seus vídeos que faz para o blog de seu site oficial. Suas fotos propõem uma reflexão sobre as paisagens que são apresentadas e se destacam por possuírem um tom vazio e sombrio, deixando quem às olha à mercê de seus próprios sentimentos e conclusões.

 

Reprodução: Simon Baxter

Reprodução: Simon Baxter

Reprodução: Simon Baxter

Texto por Gabriel Fraga

25
jun

Rob WoodCox e a beleza da composição

Com um talento excêntrico e fotos de uma beleza única, Rob Woodcox é um fotógrafo americano, nascido em Houston e criado em Detroit. Atualmente, ele divide seu tempo entre a Cidade do México, Nova Iorque e Los Angeles, onde produz seus projetos.

Reprodução: Rob WoodCox

No seu projeto chamado “Conceptual”, criou fotos onde realça a beleza da subjetividade. Muitas fotos deste projeto mostram um conjunto de pessoas, fazendo composições com jeito em que os corpos se complementam.

Reprodução: Rob WoodCox

Reprodução: Rob WoodCox

A maneira como as fotos são criadas, como se não houvesse gravidade, tornam a obra muito mais leve. Além disso, Woodcox também cria projetos de conscientização sobre diversidade, adoção, dentre outras coisas.

Reprodução: Rob WoodCox

Além disso, Woodcox também cria projetos de conscientização sobre diversidade, adoção, dentre outras coisas.Tendo sido adotado quando criança, o fotógrafo acredita que as pessoas que não tem voz na sociedade hoje em dia precisam ser ouvidas de alguma forma no mundo, e é com sua perspectiva única sobre esses assuntos que ele cria fotos expressando os sentimentos dessas pessoas.

Reprodução: Rob WoodCox

Reprodução: Rob WoodCox

Texto por Gabriel Fraga

 

 

18
jun

Ali Shehabi e a cultura árabe

Ali Al Shehabi nasceu em Bahrein e foi criado em Dubai. É um jovem fotógrafo e produtor musical que já registrou seu nome na parte da fotografia árabe, mesmo tendo somente 22 anos. Embora a idade ele já demonstrou um grande talento para a música e para as fotos.

Foi em 2016 que Ali Shehabi começou a se interessar pela fotografia, depois que sofreu um grave acidente que o deixou fortemente machucado por um longo período. Quando estava mexendo na internet descobriu o site médium, e foi por causa dessa descoberta que ele decidiu que viraria fotógrafo. Pegou algumas câmeras da sua mãe e começou a fotografar tudo que via pela frente. Como utilizava os equipamentos da mãe, tinha uma restrição de câmeras de filme 35mm, mas isso não foi prejudicial para o jovem, já que esse tipo de filme dava ao seu trabalho uma sensação de perenidade e ao mesmo tempo de nostalgia contemporânea.

Reprodução: Ali Al Shehabi

A nostalgia não é a principal fonte de suas fotos. Shehabi também pretende mostrar a cultura árabe de fato, já que segundo ele, o cinema não mostra a realidade do seu mundo. Grande parte do trabalho do fotógrafo gira em torno de fazer retratos, exibindo pessoas nos trajes tradicionais em ambientes fora de contexto e modernos, como supermercados, vitrines de lojas e até mesmo as casas dos seus modelos.

Reprodução: Ali Al Shehabi

Reprodução: Ali Al Shehabi

Além da cultura árabe, a cidade de Tóquio também está presente nos trabalhos de Shehabi, já que ele morou na capital japonesa durante uns anos. Ele comentou que morar em Tóquio foi o que fez ele perceber como as pessoas são cegas em relação a cultura árabe. Na cidade japonesa Shehabi tinha uma forma diferente de fotografar, uma maneira mais sincera e da rua. Segundo ele “É algo muito comum nas ruas, então as pessoas estão acostumadas com isso. Claro, é feito com um sorriso, contato visual, uma saudação e depois pedir permissão”.

Reprodução: Ali Al Shehabi

Ali Shehabi com certeza já deixou seu legado no mundo da fotografia, sendo completamente digno de seus seguidores. Suas fotos são sensíveis e honestas, mostrando seu povo de uma forma simples e real.

Reprodução: Ali Al Shehabi

Reprodução: Ali Al Shehabi

Texto por Eduarda Guerra